"Sou de uma época em que se fazia música"
Provavelmente você já ouviu essa frase de alguém mais velho. São as memorias afetivas de uma fase da vida onde o fundo musical aliado a uma memória de uma época boa, impregnou seu cérebro com endorfinas.
Na minha época de pré adolescente eu ouvia Beatles, Rock progressivo (Genesis, Yes, Pink Floyd, King Crimson, Emerson, Lake and Palmer, Triumvirath, entre outros) além dos nacionais (O Terço, 14 Bis) e, mais pra frente, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Capital inicial, Barão Vermelho, Cazuza, etc.
Isso, sem falar de Elis Regina, Rita Lee, Milton Nascimento, Flávio Venturini, Lô Borges, Toquinho, Vinicius ...
Com 15 anos ganhei um violão, o qual tenho até hoje, e o "maior barato" era juntar os amigos e primos pra tocarmos juntos.
Formei várias bandas desde então, desde aquela do fundo da garagem (onde a acústica é melhor) até tocar em grandes palcos, como o Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
A música sempre fez parte da minha vida e tocar em banda com os amigos multiplica a liberação de endorfinas e me leva a um passado, onde tudo era (parodiando Belchior) "lindo e maravilhoso".
Em 2015, conheci a minha "guitarra-gêmea", meu parceiro de palco, mestre, incentivador e um dos melhores guitarristas do Brasil, quiçá, do mundo: meu amigo-irmão Alexandre Enoki. Lá se vão 10 anos nos palcos da vida...
Seguem algumas apresentações: